Três silêncios
num sopro
Três sonhos
num poema
A vertente
verte entre
tele-fonemas
O eco
encontra-se coando
silêncio em pó
Vãos
andantes vagantes
vandantes
A mão desenha
o olho desdenha
o olhar desdiz
Três vidas
em cada parágrafo,
atrevidas.
Em nossa areia
a via é de vinda e inda,
é infinda.
♾️
Abreijos no ritmo da vida que não pede licença para pulsar,
sempre a nos interpelar!
Direto do Litoral da Alma,
(na extensão de O Bloco Mágico de Rejane Franco, para quem quiser conhecê-lo:
https://rejanefranco-poesia.blogspot.com/)
Rejane Franco 🫶🏽 🦋

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