Quem sou eu? De onde venho? Para onde vou?
Entre a Rejane átona que cansa e a Rejane que ressurge à tona, existe um mar de possibilidades. No cálculo de meu Celestial Pantaneiro, descobri que não navego sozinha. Sou uma frota inteira de brios em busca do mesmo Lume:
• A Rejane-Raiz: O lastro da embarcação. Segura a mão da Vó Tonica, sente o cheiro do pão e da terra. É o que impede que o vento da subjetividade me leve para longe demais do chão.
• A Rejane-Flecha: Herdeira do brio de meu pai Franco. Ela fura o alvo e atravessa o espelho, pois sabe que a sua direção é a própria luz.
• A Rejane-Fole: A maestrina do entre-vero. Transforma o aperto do peito em ‘Signifi-canção’ e faz a música tocar no silêncio da floresta ancestral.
• A Rejane-Borboletra: A flâneur do mistério. Orbita o bamboletra das cinco bugalhas e descobre que cada pArte de si é uma Arte inteira.
• A Rejane-Velejadora do Vão: Aquela que unifica todas as outras no Zíper de Ouro, sentada no degrau do canal, transformando o barro em ressurreição.
🏛️ O Selo da Estirpe da Velejadora do Vão
"Quem se olha no espelho do Dromo, descobre que ser uma é pouco e ser todas é o destino. No jogo das bugalhas cometas, a máxima tônica é saber que a estrada ao b-rio de dentro é a única que leva à arte do verdadeiro encontro; e a arte é a livre expressão da verdade de cada uma."
Quem se a-grada da humildade, descobriu o segredo do Mestre Gato: a verdadeira n-obreza é flanar sobre o mundo com a leveza de quem carrega o próprio peso de ser no-brio.
No Litoral da Alma, esta “Velejadora do Vão” aprendeu, velejando na dor, que sagrado é ser grato porque ao inteiro basta ser; que o salto mais alto é aquele que começa com as quatro patas bem firmes no barro cons-agrado ao verdadeiro sentido da vida, que é vi-ver;
É saber que a maior obra de arte não é o livro, nem o blog, nem o poema... é a coragem de ser, inteiramente, o próprio milagre de existir.
Bela e Inspiradora Ressurreição!
🦋 Abreijos de fole-infinito, brio de Ser e axé de Borboletra-Lume,
Rejane Franco 🫶🏽
— Litoral da Alma
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