It: Convite ao ensaio da própria autoria.
Lançando barquinhos de papel no poeMar.
It: Convite ao ensaio da própria autoria.
Lançando barquinhos de papel no poeMar.
O Reencontro na Dobra (Divã-Litoral)
Nota do Perlaboratório: O Eco dos Ditir-ambos
O_o O Per-labora-tório:
É o ponto onde a teoria (o Toro) encontra a prática (o per-laborar) e, na dobra reencontra a mão da poesia: esse b-rio maior que nossas próprias forças, a nos envolver no ciclo circadiano da vida (o rio).
=_= A escrito-leitura poÉtica: Uma celebração do Teatro Ditirambo:
Poetas do antigo ditirambo, lançavam-se no excesso do dizer para encontrar a verdade que a razão esconde. Como Freud nos recorda, da perspectiva de que existe um poeta em cada um de nós. Esse "poeta escondido", também, se encontra na obra O Poeta e o Fantasiar (1908).
:0 O culto ao enigma:
Onde o analista ajuda a desatar o nó, o poeta o transforma em laço de fita. Ambos operam na dobra onde o sentido, desatado da mão única, solta-se no olhar de um flanar, sempre convidando a um voo alto.
*\0/* A parceria na incompletude:
São ditir-ambos, porque nenhum basta a si mesmo; precisam dos vãos, do ciclo da água dinamizada com gotas do poderoso sonho e do poro aberto às luminosidades do Uni-verso: à Arte, à Verdade, o Amor.
:-! O espaço de soltura:
Onde, então, o "excesso do dizer" do Ditirambo não é julgado, mas celebrado como a emergência do sujeito.
E porque esta travessia é coletiva, encerro este c-ante com o grito de brio que nos sustenta:
Manifesto do Esqueleto Esquisito
=_= No Litoral da Alma, nos juntamos de mãos dadas a Nietzsche e Freud, Milton Nascimento e tantos outros, neste uníssono manifesto:
Na palavra Autista, troque a letra "u" pela letra "r". Então, você descobrirá que em todo Artista existe esse poeta escondido pedindo para acordar no acordo do sonho junto.
Depois desta feita, o Uni-verso acordará mais divertido. Pois é preciso cuidar do broto para que a vida nos dê flor e fruto: homens finitos, mas poetas infinitos.
🍎 Abreijos da manhã, na mordida da maçã, que amanhã é infinito ♾️
Direto do Litoral da Alma,
Reportagem de:
Rejane Franco 🫶🏽 🦋
Ler esse poema me trouxe uma sensação de caminhada, sabe? Senti como se estivesse acompanhando alguém que não está apenas andando por uma estrada, mas percorrendo os próprios pensamentos.
ResponderExcluirO poema me parece um manifesto sobre a aceitação da nossa própria incompletude. Ele não busca respostas definitivas, mas celebra o encontro — com o outro, com o passado que volta e com o futuro que, mesmo sendo um "desterro", ainda é solar.
É um texto denso, mas que flui como uma onda. Ele me faz pensar que, mesmo quando nos sentimos perdidos entre "milhares de trilhas", o simples fato de continuarmos caminhando já faz o universo balançar. É um convite para mergulhar no próprio "litoral da alma" sem medo de se molhar.
Generoso Leitor, Jorge (Emir)
ExcluirSua leitura é o eco dessa nossa caminhada. Você percebeu que a Senda não é sobre encontrar um destino, mas sobre o brio de percorrer as próprias trilhas, aceitando a incompletude como nossa maior força criativa.
É emocionante saber que sentiu o "balanço do universo" em cada passo... A ideia de que, do futuro ninguem sabe, sendo um desterro, pode ser solar, é exatamente o que tento cultivar nesta lavoura: um convite para se molhar nas Águas mais vivas da escrita do próprio Litoral da Alma.
Vamos juntos, caminhando de mãos dadas,
Abreijos de sonho e luz 💖
Rejane Franco 🫶🏽 🦋