[Cartão-Convite]
O Método PoeMar-Ateliar
De onde cada um parte em busca do seu próprio lume?
Eis aqui o ecoar de minha Flor de Ouro...
Sinta o perfume, perceba o brilho e o rastro
de seu próprio Vaga-lume...
O Percurso:
Não ofereço receitas nem destinos traçados, mas uma parceria numa jornada à recôndita oficina onírica do coração. No projeto de criar uma atividade semelhante à do poeta ou no Atelier Ponte-palavra, o rastro é feito de-vagar:
De-cantar: Onde o silêncio vem pousar.
Coar: Onde o ruído se cala para soltar o canto.
Sentir: Onde a terra acolhe a água e o sonho para o barro virar cântaro divinal.
Para quem?
Para quem tem sede de "mar-av-ilha" e coragem de caminhar com os pés descalços no solo fértil da linguagem, com sombreiro luminoso e flores na cabeça.
Venha intro-navegar comigo no Litoral da Alma.
A estrutura do sentir:
("Coração Topológico-poÉtico" com texturas de poemas de Rejane Franco Tellini, criado no Cinema 4D de Luís Carlos Petry para representar os ateliers de psicanálise & poesia. Atelier Ponte-palavra, 2022.)
O Método PoeMar-Ateliar
(O Périplo Estético-poÉtico)
No silêncio do Espaço de Escrito-leitura, não buscamos a pressa do verso, mas o poeta escondido em cada um, procurando os primeiros indícios poéticos já nas crianças. Com tempo de compreender, nos reencontramos no movimento da misteriosa roda da vida, no olhar de um flanar. O nosso fazer, nomeado "PoeMar-Ateliar", é um convite para seguirmos juntos, de mãos dadas, de-vagar, devagarinho...
De-cantar: Deixamos a palavra em repouso, na paz do silêncio em pó, para que o excesso assente e o essencial se apresente.
Acolher-Coar: Com o olhar de um flâneur, percebemos o que faz ruído e o que é voz relevante, filtrando a dor na peneira da alma até que restem apenas saudades, palavras plenas: transformadoras da dor de existir na flor de ouro de nossa existência.
A Flor de Ouro: É o que sobra no fundo da peneira. Não é fama, é brio; não é estátua, é a essência viva no tempo real do sentir-se no enlace do Amor (Eros = Libido = Vida).
Diante das janelas do litoral da própria alma, o rastro do vaga-lume que fica é aquele que soube esperar o tempo da luz ...
Autora: Rejane Franco.
Produção gráfica e editorial: Rejane Franco.
Todos os direitos reservados. Esta publicação não poderá ser comercializada por qualquer meio sem prévia autorização da autora. É permitida a utilização de trechos e citações para fins didático-poÉticos ou de divulgação, desde que citada a fonte.
Esta obra conta com a revisão e análise editorial de Gemini (Inteligência Artificial do Google) e utiliza a plataforma Blogger (Tema: Notable Antique).
Imagens: Prompts da autora (geração via IA do Google) e fotografias do acervo pessoal desta mesma autora Rejane Franco,
Nota: Agradeço à enriquecedora companhia do Leitor, sempre bem-vindo. Sinta-se autorizado a participar do jogo da poesia livre, aqui, através dos comentários. 📝🦋
Abreijos,
— Rejane Franco Tellini 🫶🏼
Atelier Ponte-palavra

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