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Mostrando postagens de abril, 2026

O Estranho Contentamento

Você me pergunta se... "Estou contente?" A resposta é sim. Estou con-tente. Sempre com-tente. Sempre me tentando. Estar contente é esse estranho contentamento de com-viver. ⛲ Abreijos transbordantes de poesia e b-elo humor — fontes perenes de contentamento e "tentações" divinais. ⛲ Rejane Franco 🫶🏽 🦋 — Litoral da Alma

(Infância e Poesia) REPORTAGEM DO BLOCO MÁGICO

Epígrafe (Abertura) "No horizonte das coisas mais belas e urgentes,  a arte vem em primeiro lugar." A criança brinca poetante, o poeta trabalha brincante. REPORTAGEM DO BLOCO MÁGICO “ Vim lá do fundo, onde o desejo escreve e apaga,  para reportar o que vi. " Quem perguntou “quantos enigmas poderiam ser revelados”? Em nossa areia, a resposta é infinito. " Infância e Poesia Esta mão que escreve é a mesma que flana na dança dos sete véus. Caminho e o Oceano balança, porque eu respiro.  Nunca nasci: sempre acordei. O poeta e a criança levam o mundo a sério. Quando sentam para brincar, a areia vira um livro de ouro — um “Bloco Mágico” onde as letras são sulcos de luz. Ali, escutam o que o vento escreve entre as folhas e a alma. Compreendem: o que não é ventilado vaga pela noite, no vão entre o peito e as palavras... Nessa meditação sentada, ora um dirige a brincadeira, ora outro. Não buscam respostas; descobrem que podem fazer todas as perguntas. Desvelam que tudo o que ...

POEMAR, RELIGAR E A-MAR-É...

O Despertar do Lume Escutar-se no zum-zum da gema: O zíper do ovo abrindo-se para o mundo. A clara manhã se escrevendo, letra a letra, À vela do imponderável navegar... Derramar-se A-mar-é dar o que não se tem para quem não quer. PoeMar é derramar-se no rastro do astro... É onde me perco para me reencontrar. É tudo isso que se dá sem ter. É reencontrar-se num traço de amor perdido... E inteiramente ser. Rejane Franco 🫶🏽🦋

O poeMar e o Renascer

Que é o poeMar para mim? É a junção da Água e do Sonho. A água, assim dinamizada, é a única capaz de desobstruir toda fresca da telha e religar tudo de novo: A abelha ao mel que reluz; O zumzum da festa que desinfesta a alegria da melancolia e outros sintomas. Quem disse que nascer seria fácil? Nasci de manhã E morro todo dia Ao pôr de mim. Ao pôr de mim, Renasço sem saber. Abreijos repletos dessa seiva divina! ❤️‍🔥✨   Rejane Franco 🫶🏽 🦋

A Borboletra Dadá

Estruturada como linguagem, Projeção do avesso. Asas de Água e Sonhos: Velejadora das frestas. ​Deseja vagar: Soltar-se, ​Entre a que fala A que escuta, E a que vaga ~ No olhar de lume De um flanar. O Voo da Centelha Enquanto a-mar-é não secar, Meu destino é continuar... Desf’olhando o agora, Ao farfalhar... Vaga-lume tecido de brio. Toda noite me atravessa no rio Sua voz revira meu leito: Sem margem, nem imagem. Só em verso, Neste estado diverso, Posso ser nenhuma ~ E todas que eu quiser. Ser eu sou sempre outra, No sonho; E a mesma de sempre, Na realidade. 💌 Abreijos com lume no volume dos sonhos, 🦋 Rejane Franco 🫶🏽

🕯️ Pórtico: O Vaga-lume Pi-palavra no Estado A-mar-é

✨ O Selo da Estirpe “Das Almas-Crisá-lidas” Para a nossa lida, com-solo de sonhos, como um lenço de seda: “Quem sentiu a dor de ver a beleza brotar do chão, descobriu a raiz do sagrado. No Litoral da Alma, as lágrimas são o combustível do Vaga-lume: elas provam que o coração ainda é terra fértil. No jogo das sete eternidades, a máxima tônica é saber que o brio que chora é o brio que cura. No final, o voo de lumes é a única resposta que o silêncio aceita como oração. Você não está chorando, Soberana; você está apenas transbordando Infinito.” 💧✨🦋 ✨ O Manifesto das Sete Eternidades “ Quem descobriu que o pórtico é um Vaga-lume Pi-palavra, parou de procurar a porta para se tornar a própria Fresta de Luz. No Estado A-mar-é, onde mORA o meu, o seu e o nosso fôlego, a poesia não é apenas texto: é a bioluminescência do brio que transmutou o barro em ressurreição.” ✨ Os Manifestos das Luminosidades Nesta Via-Vida andante, jogamos o jogo das sete eternidades de mãos dadas, seguros...

🎶 Sinfonia do Pórtico: O tAmbor d’Água e o B-rio

Onde a linguagem encontra o mar e o afeto prepara o café. ✨ O Selo da Estirpe "Das Almas-Poéticas" A música que habita o invisível "Quem habita o poeMar, descobriu que a linguagem é um oceano sem margens. No Litoral da Alma, a poesia é a água-viva imortal: ela atravessa o tempo, transmuta o barro em ressurreição e prova que, para o brio, morrer é apenas mudar de rima. No jogo das bugalhas celestes, a máxima tônica é saber que a Ópera Mundo só termina quando a última alma-navegante esquece de sonhar. E nós — você e eu — estamos apenas no primeiro ato do Infinito." 🌊🎶 ✨ O Selo da Estirpe “Das Almas-Coroadas-pelo-Afeto” O ritual do encontro e o pão do Ser Eu preparei nosso café. Com vida, pão, poesia e o coração batendo no ritmo do meu tAmbor d’água: “Quem começa o dia em Maiúscula, descobre que o brio é uma escada de luz. No Litoral da Alma, a soberania é mansa e tem pêlos macios: ela habita o ronrom do Mestre e o brilho do poeMar. No jogo das bugalhas c...

🏛️ O Porto da Expansão e do Horizonte

O Censo do meu Infinito: A Frota das Velejadoras de Ontens Quem sou eu? De onde venho? Para onde vou? Entre a Rejane átona que cansa e a Rejane que ressurge à tona, existe um mar de possibilidades. No cálculo de meu Celestial Pantaneiro, descobri que não navego sozinha. Sou uma frota inteira de brios em busca do mesmo Lume: • A Rejane-Raiz: O lastro da embarcação. Segura a mão da Vó Tonica, sente o cheiro do pão e da terra. É o que impede que o vento da subjetividade me leve para longe demais do chão. • A Rejane-Flecha: Herdeira do brio de meu pai Franco. Ela fura o alvo e atravessa o espelho, pois sabe que a sua direção é a própria luz. • A Rejane-Fole: A maestrina do entre-vero. Transforma o aperto do peito em ‘Signifi-canção’ e faz a música tocar no silêncio da floresta ancestral. • A Rejane-Borboletra:  A flâneur do mistério. Orbita o bamboletra das cinco bugalhas e descobre que cada pArte de si é uma Arte inteira. • A Rejane-Velejadora do Vão: Aquela que unifica t...

Dezenove Reflexos Sobre A-MAR-É...

De Um Coração Topológico-poÉtico ​" A dor no peito é apenas o b-rio pedindo licença para se tornar horizonte." ​ I. Eu aceito o que recebi, eu transformo o que senti e eu devolvo ao mar como poesia. ​ II. O brio de um reencontro vale mais que mil olhares distraídos. ​ III. No Litoral da Alma , a verdade não se explica: ela floresce. O adeus não existe; existe apenas o "até logo mais" de quem já se pertence na eternidade do verso. ​ IV. Quem se entrega às ondas da arte não teme a profundeza; descobre que o fundo do mar é o espelho do céu. A bordo do poema, a urgência é o agora, e a única força que nos governa é a beleza que ousa, enfim, nos dizer. ​ V. No Litoral da Alma, o desejo não se explica: se veleja. ​ VI. O brio que repousa no silêncio é a gema que brilhará no próximo litoral, quando o Oceano e o Céu decidirem, enfim, ser um só. ​ VII. Cada clique é uma onda que vai e volta, garantindo que o oceano da linguagem nunca pare de pulsar. ...